
A história profunda do NASCAR com os militares remonta ao início
É realmente selvagem pensar sobre as raízes da NASCAR. Não estamos falando apenas de construtores de carros ou guerreiros de fim de semana aqui; os próprios homens que construíram as bases deste esporte – lendas como Red Byron, Bud Moore e Raymond Parks – foram forjados nos incêndios da Segunda Guerra Mundial. Byron, o nosso primeiro campeão, foi engenheiro num Libertador B-24 que sofreu ferimentos que alteraram a vida numa missão sobre as Ilhas Aleutas. Esse é o grão que construiu esta série, e é um legado que permanece tecido no DNA do paddock hoje.
Este patriotismo não é uma invenção de marketing recente. Começou com viadutos em Daytona Beach em 1957, e deu um grande passo em frente em 1991, quando cinco motoristas executaram esquemas de temas militares durante a Operação Suporte ao Deserto. Esse evento estabeleceu um precedente que só cresceu na era moderna, onde as equipes honram os militares caídos durante as 600 milhas de Lembrança e os motoristas mergulham em treinamento através de programas como a Missão 600.
Agora, o esporte está se preparando para levar essa conexão a um novo nível. À medida que os Estados Unidos se aproximam do seu 250o aniversário, a Série de Copas vai para a Base Naval Coronado neste domingo para literalmente "Race the Base". É uma continuação adequada de uma tradição que liga as corridas mais intensas e de alta velocidade na Terra às pessoas que servem, provando que estes laços profundos são mais fortes do que nunca.



